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É Carnaval

24.02.17

Para as famílias em que os adultos não têm férias podem significar um dor de cabeça; para os miúdos ... é uma alegria: 3 dias de férias quando as do Natal ainda ontem terminaram!

Ora tenham todos um grande Carnaval, os que gostam da quadra e os que não gostam. Lembrem-se que para a semana há venda de fotos das nossas crianças mascaradas, de manhã e de tarde.

Fiquem com esta grande festa.

 

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Amanhã, durante o período da manhã, os meninos da Escola vão ser fotografados com as suas fantasias de Carnaval por elementos da Associação de Pais e o resultado da sessão estará à venda no pátio da escola no regresso da pausa de Carnaval durante alguns dias, nos períodos da manhã e da tarde, à chegada e à saída da escola.

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Thomas Pesquet

22.02.17

Thomas Pesquet é um piloto da Air France (e engenheiro aeroespacial) que em 2009 foi recrutado como astronauta pela astronauta da Agência Espacial Europeia.

Atualmente está em missão na Estação Espacial Internacional; embarcou em novembro de 2016 e vai voltar à Terra em maio de 2017.

Entretanto publica diariamente fotografias maravilhosas do planeta visto de cima, tiradas a 400km de altitude, na sua página de Facebook e no Instagram.

Quem tiver estes programas instalados, encontra o astro_thom em:

 

https://www.facebook.com/ESAThomasPesquet/?fref=ts

https://www.instagram.com/thom_astro/

 

Quem não não for fã de redes sociais, tem a página do Thomas Pesquet em

http://thomaspesquet.esa.int/

 

 

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Para dizer a verdade, a pessoa que escreve este post nunca ligou grande coisa aos livros Uma Aventura, se calhar porque quando começaram a aparecer já era grande e andava pouco interessada em livros para miúdos.

Depois de crescida li 1 ou 2 e continuei a não achar graça nenhuma. Mas a maternidade mistura-nos um bocado as ideias e dei por mim com vontade de dar um beijo de parabéns às senhoras quando li esta notícia.

É que na nossa casa andamos ao rubro com uns livros delas, leio-lhes - aos meus pequenos - à noite, leio-lhes durante o pequeno-almoço, gravo-me a ler-lhes para ouvirem quando não estou e esta coisa de ter o meu filho mais novo, que ainda é tão pequeno, a babar pelas histórias da corte de D. Dinis, a saber perfeitamente quem foi Egas Moniz ou a pedir para explorar a Serra do Marão para procurar o castelo do Orlando, encanta-me.

Estamos a adorar e recomendamos.

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Os encarregados de educação a quem, como a nós, preocupar a questão do peso excessivo das mochilas que os miúdos carregam, poderá gostar de ouvir o mais democrático dos debates sobre o assunto: o fórum da TSF.

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A oferta do Ciência Viva faz parte da vida de várias famílias da EB Ponte e possivelmente interessará a muitas mais. Já falámos aqui no blog do Ciência Viva no Verão, que ano após ano nos proporciona experiências que não esqueceremos, hoje o assunto são os Circuitos Ciência Viva.

 

Uma viagem por Portugal pode ser feita de várias formas. Em livros, de carro, de comboio, pelas tradições ou com um GPS no telemóvel. E se tudo isto se juntasse? Pois, foi mesmo isto que a Rede de Centros de Ciência Viva ponderou. Daí saíram os Circuitos Ciência Viva – um projecto que conta com 18 circuitos, 54 percursos, 200 etapas e muitos desafios. A viagem pode ser feita com um guia em papel, uma aplicação no telemóvel e um cartão com descontos.

A ideia dos Circuitos Ciência Viva surgiu a partir da Rede de Centros Ciência Viva já instalada pelo país. “Muitas vezes, as pessoas não vêem esta rede como um todo porque apenas a conhecem dentro do seu espectro regional”, começa por dizer-nos Filipa Dias, coordenadora dos Circuitos de Ciência Viva.

A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica foi criada em 1996, pelo então ministro da Ciência José Mariano Gago (1948-2016), para aproximar todas as pessoas do mundo da ciência. Uma agência só para a cultura científica é considerada por muitos como algo inovador, uma vez que muitos países não têm uma.

PÚBLICO -
 
Ilustração da rede de 20 centros Ciência Viva pelo país Alberto Faria

Depois, foram surgindo os Centros Ciência Viva pelo país. A ciência foi ter com as pessoas e, actualmente, existem Centros Ciência Viva num antigo mosteiro, numa aldeia mineira ou numa fábrica. Só em 2016 um pouco mais de 549 mil pessoas visitaram os Centros Ciência Viva em todo o país, segundo a agência Ciência Viva. O mais visitado foi o de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento, que teve 220 mil visitantes no ano passado.

Mas a agência Ciência Viva pretendia dar um novo incentivo à divulgação da ciência. E não queria apenas levar as pessoas a visitar os centros e a participar nas suas actividades. Algo mais teria de ser pensado. Por que não trabalhar com o que cada região dos centros tem para dar? “Desafiámos os centros Ciência Viva a olharem à sua volta e a seleccionarem pontos de interesses e instituições”, conta Filipa Dias. “Um projecto desta envergadura não se faz sozinho. É um projecto claramente construído em rede.”

Como tal, foi definido um conceito – o de “turismo de conhecimento”. Neste tipo de turismo, os centros seriam o ponto de partida, os “anfitriões”, como Filipa Dias os nomeia. As actividades de ciência, tecnologia e cultura dos centros estariam no centro das atenções, mas teria de existir interligações com os museus mais próximos, a geografia da região, as histórias dos seus habitantes e as tradições das localidades. “Quisemos de alguma forma formalizar a rede de centros com um conteúdo diferente. Uma das mais-valias deste projecto é que já tínhamos um conteúdo produzido”, explica a sua coordenadora.

A notícia é do Público e continua aqui.

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O site da Direção geral de Saúde partilha dicas, receitas e muio mais informação.

Aqui.

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Mmm, talvez o título deste post seja um bocado exagerado mas lá que gostava muito de deixar de ter cestos de roupa atulhados de meias iguais para emparelhar, lá isso gostava.

Isto parece uma boa ideia.

 

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Para o professor César Bona os conhecimentos não são tudo. O importante é educar os alunos para a vida e estimular a sua criatividade. Só assim, e sentindo-se felizes, aprenderão de verdade.

Uma escola que, mais do que ensinar, educa. Professores que falam e deixam falar. Questionam, desafiam, confiam, responsabilizam e dão liberdade aos alunos para que estes possam dar asas à imaginação. Para o espanhol César Bona é este o ideal de ensino. Este professor do 1.º e 2.º ciclos defende e pratica, dentro da sala de aula, um modelo em que se “educa na felicidade”. Pois acredita que só assim os alunos se transformam em seres íntegros repletos de conhecimentos.

César Bona acredita que tão importante quanto transmitir conhecimentos aos alunos, é conseguir que eles os aprendam e que os saibam usar no dia-a-dia, ajudando-os assim a desenvolver outras competências.

 

Se mandasse, não havia horas dedicadas a cada disciplina, porque o que faz sentido são os projetos que envolvem múltiplas matérias. Faz testes, mas diz que é triste que se viva a cultura da nota. E envia trabalhos para casa, mas poucos. O paradigma do ensino tem de mudar e os professores têm de estar dispostos a isso e a aprender.

Em 2016 foi considerado um dos 50 melhores professores do Mundo, segundo o Global Teacher Prize, uma espécie de Prémio Nobel dos professores, pelas iniciativas que tem levado a cabo nas várias escolas por onde já passou. Destas, destacou, em entrevista ao Observador, o filme mudo protagonizado pelas seis crianças de uma escola numa pequena localidade, que permitiu aproximar os alunos que não se falavam, por zangas entre as famílias. Esse filme venceu um prémio num festival de cinema na Índia e recebeu um prémio do Ministério da Educação espanhol.

Entrevista aqui.

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Mais de 500 estudantes portugueses seguiram o método de um professor para ser bom aluno e as notas melhoraram cerca de 30%, segundo o autor, que defende a criação de uma nova disciplina nas escolas para ensinar a estudar.

Mais aqui.

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