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Com os magníficos contributos de muitas famílias e graças à dedicação das mães que dedicaram muitas horas de trabalho à concretização deste projeto, a nossa Feira da Primavera correu muitíssimo bem.

O empenho dos Professores e seus alunos na confecção de produtos para venda e decorações foi muito bonito e valioso, estamos-lhes muito gratos. Sem eles a Feira teria sido muito menos animada.

Um sentido agradecimento aos extraordinários funcionários da Escola que nos ajudam e apoiam nas ocasiões festivas (e em todas as outras).

Foi muito motivador assistir ao interesse com que os encarregados de educação que iam buscar as crianças espreitavam as nossas banquinhas e, na esmagadora maioria dos casos, saiam com alguma coisa nas mãos.

A equipa que organizou a Feira agradece com muita satisfação a todos os que de alguma maneira se envolveram nesta festa que, sem dúvida, se repetirá.

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Crianças responsáveis ou adultos inseguros? Divirto-me imenso a ler estas histórias que, semanalmente, se vão colocando no blog. Histórias de jardins e de quintais, histórias de países e de saudades, histórias de avós, velhos “compinchas” e confidentes.

Estes breves relatos de vidas passadas fizeram-me olhar para trás, para a minha própria infância e, enquanto pensava sobre aquilo que poderia escrever, vieram-me à memória mil e uma recordações que me fizeram sorrir. Efetivamente, tive a sorte de ter uma infância feliz e como nunca fui uma criança propriamente sossegada, esse facto concedeu-me o privilégio de ter algumas peripécias para contar.

Sendo a mais nova de seis irmãos posso garantir que tive a oportunidade de ter cinco irmãos mais velhos que me tratavam como uma verdadeira princesa (embora também tivessem o dom de me conseguir “atazanar” bastante). Esta história que vos vou contar pode não ser muito divertida mas é, segundo o meu ponto de vista, bastante interessante, pois aborda a eterna questão da segurança infantil.

Antigamente alguns medicamentos eram feitos com comprimidos de diferentes tamanhos e feitios e de cores muito coloridas (tipo MM’s). A minha irmã Helena, dois anos mais velha do que eu, fazia coleção desses belos comprimidos. Assim, sempre que chegava uma nova caixa de comprimidos a casa, entrava logo um pequeno comprimido colorido para dentro de um frasco de vidro transparente. Aos poucos e poucos esse frasco foi-se enchendo de comprimidos de inúmeras cores. Amarelos, brancos, azuis, verdes, vermelhos, castanhos… eram lindos os nossos comprimidos (a vantagem de sermos os mais novos é que quando gostamos de algo também conseguimos adquirir um pouco da sua posse, através de pequenas artimanhas que só os irmãos mais novos conhecem). E, naquelas tardes de ócio, dedicávamos o nosso tempo a retirá-los do frasco para os contar, conversar sobre qual deles era o mais bonito, rodá-los na mesa para vê-los a brilhar sob a luz do sol e jogar ao berlinde. Quando já estávamos fartas tornávamos a colocar todos os comprimidos dentro do frasco e a tapá-lo para ser reaberto numa outra tarde de ócio. Durante anos brincámos com aqueles comprimidos coloridos e nunca os pusemos na boca, porque nos ensinaram que eram perigosos e que deveríamos ter cuidado porque a sua ingestão nos poderia matar. Fomos crescendo e tornámo-nos pequena mulherzinhas e o velho frasco colorido caiu no esquecimento. Um dia, porque o acaso tem destas coisas, reencontrámo-lo e divertimo-nos a olhar (já não os retirámos do frasco) para aqueles comprimidos coloridos que embora sem o brilho de outrora ainda permaneciam bonitos. Olhar para eles trouxe-nos à memória as nossas velhas brincadeiras e, num momento cheio de solenidade, eu e a minha irmã Helena deitámos os comprimidos fora.

Aproveito este breve momento para fazer uma pergunta retórica. Seriamos nós antigamente crianças mais responsáveis ou somos atualmente pais pouco confiantes nas capacidades responsáveis dos nossos filhos?

Confesso que esta pergunta me faz pensar, mas pelo sim, pelo não (e apesar de agora os comprimidos serem, por norma, brancos) eu deixo sempre a medicação longe dos meus filhotes.

Sónia Lima de Magalhães

Mãe da Maria Beatriz Magalhães Moreira (2º A)

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