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A oferta do Ciência Viva faz parte da vida de várias famílias da EB Ponte e possivelmente interessará a muitas mais. Já falámos aqui no blog do Ciência Viva no Verão, que ano após ano nos proporciona experiências que não esqueceremos, hoje o assunto são os Circuitos Ciência Viva.

 

Uma viagem por Portugal pode ser feita de várias formas. Em livros, de carro, de comboio, pelas tradições ou com um GPS no telemóvel. E se tudo isto se juntasse? Pois, foi mesmo isto que a Rede de Centros de Ciência Viva ponderou. Daí saíram os Circuitos Ciência Viva – um projecto que conta com 18 circuitos, 54 percursos, 200 etapas e muitos desafios. A viagem pode ser feita com um guia em papel, uma aplicação no telemóvel e um cartão com descontos.

A ideia dos Circuitos Ciência Viva surgiu a partir da Rede de Centros Ciência Viva já instalada pelo país. “Muitas vezes, as pessoas não vêem esta rede como um todo porque apenas a conhecem dentro do seu espectro regional”, começa por dizer-nos Filipa Dias, coordenadora dos Circuitos de Ciência Viva.

A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica foi criada em 1996, pelo então ministro da Ciência José Mariano Gago (1948-2016), para aproximar todas as pessoas do mundo da ciência. Uma agência só para a cultura científica é considerada por muitos como algo inovador, uma vez que muitos países não têm uma.

PÚBLICO -
 
Ilustração da rede de 20 centros Ciência Viva pelo país Alberto Faria

Depois, foram surgindo os Centros Ciência Viva pelo país. A ciência foi ter com as pessoas e, actualmente, existem Centros Ciência Viva num antigo mosteiro, numa aldeia mineira ou numa fábrica. Só em 2016 um pouco mais de 549 mil pessoas visitaram os Centros Ciência Viva em todo o país, segundo a agência Ciência Viva. O mais visitado foi o de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento, que teve 220 mil visitantes no ano passado.

Mas a agência Ciência Viva pretendia dar um novo incentivo à divulgação da ciência. E não queria apenas levar as pessoas a visitar os centros e a participar nas suas actividades. Algo mais teria de ser pensado. Por que não trabalhar com o que cada região dos centros tem para dar? “Desafiámos os centros Ciência Viva a olharem à sua volta e a seleccionarem pontos de interesses e instituições”, conta Filipa Dias. “Um projecto desta envergadura não se faz sozinho. É um projecto claramente construído em rede.”

Como tal, foi definido um conceito – o de “turismo de conhecimento”. Neste tipo de turismo, os centros seriam o ponto de partida, os “anfitriões”, como Filipa Dias os nomeia. As actividades de ciência, tecnologia e cultura dos centros estariam no centro das atenções, mas teria de existir interligações com os museus mais próximos, a geografia da região, as histórias dos seus habitantes e as tradições das localidades. “Quisemos de alguma forma formalizar a rede de centros com um conteúdo diferente. Uma das mais-valias deste projecto é que já tínhamos um conteúdo produzido”, explica a sua coordenadora.

A notícia é do Público e continua aqui.

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