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Este texto não doz nada de propriamente novo, mas vale sempre a pena reflectir sobre o assunto:

Ansiedade é um estado emocional normal e adaptativo que nos ajuda a lidar com situações desafiantes e perigosas. Frente a uma situação desagradável real ou imaginada, nos sentimos angustiados, estressados ou chateados e isso faz com que avaliemos melhor a situação e aprendamos com isso. Isso acontece tanto nos adultos como nas crianças e pode ter desde dimensões normais até patológicas, que é quando a ansiedade interfere em nosso cotidiano. Atualmente 1 em cada 10 crianças preenche critérios para algum transtorno ansioso ao longo da infância. Assustador, não?

A vida agitada, os desajustes das relações familiares, o uso excessivo da tecnologia, a competitividade excessiva estimulada pela sociedade tem sido algumas das causas atribuídas a esse fenômeno moderno. Além disso, não podemos nos esquecer que também existem as causas genéticas, o temperamento de cada criança e seus fatores cognitivos.

Diante do desconhecido e do inesperado é natural que qualquer ser humano entre em estado de alerta, apreensão e preocupação…com as crianças não é diferente. É comum que elas apresentem certa ansiedade e agitação diante das expectativas das experiências que estão por vir, como por exemplo, o período de volta às aulas, antes de uma viagem em família ou de uma avaliação escolar.

A ansiedade também é natural quando ocorre a separação física entre a criança e os seus pais ou frente às mudanças significativas, como a chegada de um irmão ou a recente perda de um parente querido. Por outro lado, quando a criança apresenta um quadro constante de apreensão, inquietação e impulsividade, resultando em insatisfação permanente, dificuldade de concentração, de aprendizagem e, em casos mais acentuados, apresenta também sintomas fisiológicos (como dificuldades no sono, na alimentação, dores de cabeça e falta de ar), a ansiedade pode estar denunciando uma desorganização emocional, que precisa ser cuidada.

Nestas situações, a ansiedade deixou de ser um estado psíquico momentâneo e se tornou um padrão disfuncional de comportamento. Quanto menor a criança, maior dificuldade ela tem em identificar, nomear, comunicar seus sentimentos e pedir ajuda. Por isso é muito importante que os pais observem e busquem a orientação de um profissional quando verificam que o desenvolvimento de sua criança não está ocorrendo de forma favorável.

A ansiedade não tratada pode ter consequências como: baixa autoestima, isolamento social, depressão, fobia escolar, evitação de novas situações, inadequação social e dificuldades escolares.

Não deixe que isso aconteça com seu filho!

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