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Amamos esta iniciativa e as casinhas deste ano já estão nas mochilas dos nossos pequenos. Não as deixem lá perdidas!

 

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Caros Encarregados de Educação

Na próxima 4ª feira, às 21.30h, na Escola da Ponte (entrada pela Rua de Tânger, junto à cantina), realizar-se-á a Assembleia Geral em que serão eleitos os novos órgãos directivos da Associação de Pais.

O envolvimento do maior número possível de Encarregados de Educação é muito importante. Mesmo que se sintam indisponíveis para participar directamente na constituição de uma lista candidata, a vossa presença na Assembleia é uma forma de participação e de reforço da ligação de cada família à comunidade escolar. Há inúmeras formas de apoiar a Escola e a APP e a primeira linha de participação é precisamente a presenção nas reuniões ''comunitárias'' como esta.

Apareçam!


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Vamos ao teatro?

10.11.17

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Estreado a 05 de janeiro deste ano, o musical infantil, com guião de Regina Guimarães e encenação de Nuno Carinhas, contou com os Clã para os originais, com a banda em palco em cada récita e a participar na interpretação.

Ao lado do CD, que contém as músicas interpretadas no espetáculo, como “No Baile das Bambolinas”, será editado também “o guião, em texto”, de Regina Guimarães.

À agência Lusa, Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves revelaram que o disco será editado pelo próprio grupo, à semelhança dos últimos lançamentos, e será editado “se tudo correr bem, em outubro ou novembro”.

Em 2016, foi editada a coletânea “O Melhor dos Clã”, mas o último lançamento de originais da banda ocorreu em 2014, com “Corrente”, sétimo álbum de uma carreira que começou em 1996 com “LusoQUALQUERcoisa”.

Quanto a novo material de estúdio, Hélder Gonçalves garantiu que a banda está “a fazer algumas experiências em estúdio”.

“Vamos continuar a fazer sessões no estúdio, à procura de um caminho e das canções certas do que queremos fazer no próximo disco”, apontou o guitarrista, que considera que a banda não tem a pressão “que muitas bandas no mundo da ‘pop’ têm de fazer um disco constantemente”.

“Sentimos que temos de fazer música quando temos algo de diferente e novo para dizer, que nos entusiasme e motive”, resumiu.

Além do lançamento do disco, o espetáculo “Fã” vai ser reposto no Teatro Nacional São João (TNSJ), de 13 a 23 de dezembro, devido ao “grande sucesso” das primeiras récitas.

A peça, orientada para os mais novos, aborda um “encontro ‘fantástico’ entre as canções ‘pop’ e a máquina imaginosa de um palco”, segundo a apresentação no sítio oficial do TNSJ na Internet.

“É da natureza dos fantasmas regressar. Sobretudo se o fantasma for um ‘fantasputo’, residir num teatro, gostar de pregar partidas e estiver apaixonado”, pode ler-se no texto.

As pessoas desta casa adoram este espectáculo. Vimo-lo duas vezes em Janeiro, no Teatro Carlos Alberto, e preparamo-nos para a terceira, em Dezembro, no Teatro de S. João. É uma peça de teatro musical - e nós nem costumamos gostar de musicais! - com guião da Regina Guimarães, que parece ter o dom de transformar em ouro tudo o que lhe passa pelas mãos, e música dos Clã, que também tocam e actuam. O argumnto é fácil, divertido e poético, a música é o máximo. Já de olho nos presentes de Natal, não dissemos à miudagem que a música vai ser editada em disco.

Ora vejam:

Bilhetes à venda no Teatro Nacional de São João.

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O que veio primeiro, a internet ou o isolamento social? Numa era em que estamos cada vez mais conectáveis há quem, no final do dia, se sinta sozinho e conte os "gostos" que vêm do ecrã.

A partir desta segunda-feira estão 60 mil pessoas em Lisboa para falar de tecnologia mas, o mais provável, é que nunca tenhamos estado tão sozinhos como agora. Às portas da Web Summit, a maior conferência de empreendedorismo, tecnologia e inovação da Europa, questionamo-nos se o futuro da solidão não será online.

Filipa Jardim da Silva e João Faria já receberam casos de “solidão digital” nos respetivos consultórios, em Lisboa. Apesar de ambos os psicólogos trabalharem muito com adolescentes, esta não é uma questão com balizas etárias, antes uma espécie de “epidemia” dos tempos modernos. A chegada e a expansão da internet trouxeram consigo a promessa do contacto e do fim da solidão, mas o ritmo de vida e as novas formas de falar uns com os outros vieram impactar o dia a dia. Se um individuo se consegue sentir sozinho no coração de uma multidão, o que garante que isso não aconteça à frente de um computador ou de smarpthone na mão?

Um estudo recente mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Twitter ou Snapchat duplica a probabilidade de alguém se sentir isolado. “Não sabemos o que veio antes, se o uso de redes sociais ou a sensação de isolamento social”, chegou a dizer Elizabeth Miller, professora de Pediatria da Universidade de Pittsburgh, à BBC. Para a coautora do estudo, que envolveu 2 mil adultos com idades compreendidas entre os 19 e os 32 anos, talvez seja o uso cada vez mais intenso das redes sociais o responsável por um crescente isolamento face ao mundo real.

A preocupação não é propriamente recente, mas está na ordem do dia. A título de exemplo, a revista The Atlantic lembrou-se de perguntar, em maio de 2012, se o Facebook nos estava a deixar solitários e, três anos depois, o The Guardian tentou descobrir se era possível encontrar intimidade em identidades online cada vez mais mutáveis e num ambiente de permanente vigilância. Em Portugal, as mais recentes investigações orientadas por Ivone Patrão, psicóloga na consulta de comportamentos e dependências online da Clínica ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada), mostram que 25% dos jovens portugueses, entre os 12 e os 30 anos, estão viciados em tecnologia e 14% são dependentes dos smartphones.

A reportagem continua aqui.

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Avizinham-se as eleições para a eleição dos órgãos directivos da Associação de Pais e em breve todos receberemos a convocatória para a respectiva reunião. Seria excelente se novos encarregados de educação se mobilizassem num projecto interessante para o desenvolvimento de iniciativas que visem a promoção dos interesses da Escola e das suas crianças.

Para isso, é necessário que se constitua uma (ou mais!) lista candidata. Avancem, Pais!

Os elementos da Direcção cessante asseguram que se trata de uma forma muito divertida e compensadora (e trabalhosa, sim) de participar na vida da comunidade escolar.

Os estatutos da APPonte contêm toda a informação necessária e podem ser consultados na barra lateral direita do blogue.

 

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Lido no Mum's The Boss:

Esta semana iniciamos uma nova rubrica no blogue:
1 tema: 5 posts
O tema desta semana, como terás visto aqui é Consequências. 

E qual é o objectivo das consequências?
O objectivo das consequências é trabalhar a responsabilidade das crianças e que estas possam fazer boas escolhas.
Neste post do Instagram dizemos-te quais são os 5 pontos que tens de 'picar' quando estabeleces uma consequência. No entanto, lembra-te que uma consequência não é um castigo. Na verdade, e como podes ler aqui, o castigo não funciona sempre nem atinge os objectivos dos pais. As consequências não infringem dor mas responsabilidade. E a nós pedem-nos que sejamos consistentes e firmes. E aí é que pode ser mais difícil.

Não percas estes 5 posts

1 - Definição de Consequências e o seu objectivo
2 - Birras, castigos e consequências
3 - As 5 regras das consequências
4 - Consequências (vídeo)
5 - Como aplicar as consequências (vídeo)
5 - Estudo sobre as consequências

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A melhor forma de aprender é a brincar. Isso já nós sabemos – aliás, a máxima é praticamente o lema do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, em Lisboa. Mas talvez nunca tenha sido tão verdade como agora, com a mostra acabada de inaugurar: Angry Birds. Depois do jogo, inicialmente criado para a Apple e estendido posteriormente a outros sistemas operativos, veio o filme, seguido da exposição, que chega agora à Europa, depois do enorme êxito nos Estados Unidos da América.

A notícia completa está aqui.

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Este artigo do blogue Mum's the Boss é instrutivo.

Nesta casa há uma Avó que atribuiu a cada neto uma mesada, calculada em função dos anos de vida: 4 anos = 4 €, 6 anos = 6€, 10 anos = 10€, 11 anos = 11€. No primeiro almoço de domingo de cada mês, há fila de netos para o levantamento das mesadas. Todos adoram e, como conhecem a regra, nnhum se acha injustiçado por receber menos que o irmão ou o primo. Todos vibram quando fazem anos e se lembram de que vão ter direito a mais um euro na mesada. É engraçado observar como o destino que dão às mesadas é um espeho da personalidade e da maturidade de cada um: o A acumula mesadas e há uns dias foi ao banco depositar 75€ que acumulou na carteira; o L adora receber mas logo a seguir esquece-se de que tem aquele dinheiro; o V quer comprar todos os legos que vê ''com a mesada'', muito depois de as mesadas já se terem evaporado com a compra do lego anterior. E berlindes, claro. Muitos berlindes.

 

Gerir dinheiro é algo que se aprende a fazer de pequeno. E quanto mais cedo melhor. Hoje é o Dia Mundial da Poupança e deixo-te aqui uma estratégia para que os teus filhos possam aprende a tirar o melhor proveito do dinheiro... desde cedo! Chama-se: mesada (ou semanada, conforme preferires).

1. A mesada é razoável e justa
A maior parte das crianças não tem a noção correta do valor do dinheiro. Não é por mal, é mesmo assim. E seria uma boa ideia começarem a aumentar a sua literacia financeira. A partir do momento em que começam a saber contar o dinheiro e a fazerem contas de somar e subtrair (mas a saber mesmo, o que acontecerá no 2º ano) podemos começar a dar-lhes algum dinheiro. A quantidade deve ser razoável e justa e este valor dependerá de família para família. Devemos ter em mente que a maior parte das coisas que eles precisam podem tê-las. Mas se puderem decidir se compram um gelado a um Sábado depois do almoço ou se querem juntar para comprarem um jogo, devemos dar-lhes essa possibilidade. Nas idades dos mais pequenos, o valor deve ser puramente simbólico. Conheço quem dê 1€ por semana e também conheço quem dê 5€. Nos mais velhos, o critério é o mesmo. A ideia não é apenas pagar-lhes as saídas mas simplesmente permitir que eles possam começar a gerir a sua vida, sem nos estarem sempre a pedir dinheiro, e aprenderem assim a tomar as melhores decisões, responsabilizando-se por elas.

2. A mesada não paga os serviços que têm de ser feitos em casa
Não damos dinheiro em troca de serviços que têm de ser feitos em casa. Em casa todos participam porque todos vivem nela e todos contribuem de uma forma ou de outra. Claro que damos de melhor vontade dinheiro a quem participa - e podemos deixar isso claro sempre que não aceitamos um determinado comportamento - mas não trocamos dinheiro contra serviços. É preciso trabalhar este aspecto deixando o dinheiro de lado. Podes ler mais sobre isso aqui.

3. A mesada serve para aprender a poupar, a investir, a partilhar e a satisfazer
Na verdade, o dinheiro serve para tudo o que está neste subtítulo. Eu tenho pena de ter aprendido a gerir dinheiro tarde e gostaria de saber mais sobre investimento e gestão financeira. Não sou só eu que estou convencida que quanto mais cedo puderem pôr as mãos no dinheiro, melhor será. Por isso, quando lhes dermos dinheiro, é bom que possamos explicar o que podemos fazer com ele e partilhar com os miúdos o que fazemos com o nosso dinheiro, também.


Em tempos escrevi um post para a boonzi sobre Educação Financeira que podes ler aqui.

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